Sim, para muita gente ainda vale — mas a conta mudou. Em 2026 o Fio B já pesa 60% sobre a energia injetada na rede, e o payback “bonito demais” no papel costuma mentir. O que decide é o seu consumo, a tarifa da sua distribuidora e um projeto bem dimensionado.
O que mudou com a Lei 14.300
Antes, cada kWh injetado na rede voltava quase integral na compensação. A Lei 14.300/2022 criou o Fio B. Em 2026 essa fatia chega a 60% do componente de distribuição sobre a energia compensada. Autoconsumo (usar a energia na hora em que gera) continua sendo o melhor cenário.
Para quem costuma compensar
- Conta média/alta (em geral acima de cerca de R$ 300–350, conforme a tarifa local)
- Consumo diurno ou boa irradiação na região
- Telhado ou solo com pouca sombra
- Intenção de ficar no imóvel por alguns anos
Para quem precisa pensar duas vezes
- Consumo muito baixo (a taxa mínima da rede já reduz o retorno)
- Imóvel alugado ou venda iminente sem acordo claro
- Telhado com sombra pesada o dia todo
Como decidir sem achismo
Pegue a média de kWh dos últimos 12 meses, a tarifa efetiva da fatura e um orçamento transparente. Divida o investimento pela economia anual líquida estimada — esse é o payback simples. Se o número ficar na faixa de 4 a 7 anos em boa parte do Brasil, a conversa geralmente fecha.
Na MS Miranda a gente começa pela sua fatura, não por um kit genérico.
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